
Título Original:
Tropa de Elite
Tempo: 118 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2007 - Brasil
Recomendação: 18 anos

ELENCO
Wagner Moura ....
Capitão Nascimento
Caio Junqueira .... Neto
André Ramiro .... André Matias
Milhem Cortaz .... Capitão Fábio
Fernanda de Freitas .... Roberta
Fernanda Machado .... Maria
Thelmo Fernandes .... Sargento Alves
Maria Ribeiro .... Rosane
Emerson Gomes .... Xaveco
Fábio Lago .... Baiano
Paulo Vilela .... Edu
André Mauro .... Rodrigues
Marcelo Valle .... Capitão Oliveira
Erick Oliveira .... Marcinho
Ricardo Sodré .... Cabo Bocão
André Santinho .... Tenente Renan
Luiz Gonzaga de Almeida
Bruno Delia .... Capitão Azevedo
Alexandre Mofatti .... Sub-Comandante Carvalho
FICHA TÉCNICA
Produção .... José Padilha
Produção .... Marcos Prado
Música .... Pedro Bromfman
Fotografia .... Lula Carvalho
Desenho de Produção .... Tulé Peak
Figurino .... Cláudia Kopke
Edição .... Daniel Rezende
PRODUTORA
Zazen Produções
DISTRIBUIDORAS
Universal Pictures
do Brasil
The Weinstein Company

ERROS
1. na
cena em que o Capitão Fabio sai com o Neto pra receber
o dinheiro e arrumar peças para as viaturas, o guarda
de transito (Maribondo) está multando todo mundo.
Nessa cena aparece um Golf que com certeza foi
fabricado em meados de 2000 à 2006, mas o filme se
passa no ano de 1997. (Contribuição de Udson do
Nascimento - Curitiba / PR e
Luiz
Carlos Vieira Junior - Blumenau / SC
-
Fãs de Carteirinha)
2. Em
determinado momento mostra uma vista aérea do Pão de
açúcar, como no início do filme, é dito que estamos no
ano de 1997, e o Pão de Açúcar aparece com o
restaurante panorâmico existente hoje, mas que em 1997
não existia. (Contribuição de Roger Peterson
Souza - Farroupilha / RS - Fã de Carteirinha)
3.
Quando os policiais Neto e Matias chegam na oficina
com as peças para os carros, o Neto fala para o
Matias: - Aí Matias, aí estão as peças de seus carros!
Detalhe: a fala correta deveria ser dita pelo Matias:
- Aí Neto, aí estão as peças de seus carros!
(Contribuição de Marcelo Vieira Pereira - São José dos
Pinhais / PR)
4. Na
cena do enterro do Asp. Neto, onde o Cap. Nascimento
coloca a bandeira com a faca na caveira, ele fica com
os pés em posição de sentido, mas os braços ficam em
posição de descansar. Para esse tipo de filme, faltou
alguém do meio, bom em ordem unida, para observar este
gesto. Fora isto, o filme é maravilhoso.
(Contribuição de Marco Paulo Bernardes Vidigal - Fã de
Carteirinha)
5.
Segundo as datas que são passada no filme e também a
visita do papa ao Brasil indicam que a história do
filme se passou no ano de 1997 (que não foi ano
eleitoral), porém quando o Matias vai pela primeira
vez na ONG (antes da visita do papa), o Rodrigues faz
uma propaganda de um candidato à senador que já tinha
até o número na eleição e que iria acontecer mais de
um ano depois. (Contribuição de Farone
Gouthierrez Nogueira - Serra / ES - Fã de Carteirinha)
6. Na
cena do baile funk, onde os dois aspirantes iniciam um
tiroteio na favela para salvar a pele de um capitão,
os policiais envolvidos se escondem atrás da PATAMO
(uma GM Blazer) e dá para ver que no brasão da PM na
porta do carro, a sigla padrão PMERJ (Policia Militar
do Estado do Rio de Janeiro) está errada, aparecendo a
sigla MPERJ, que não existe. (Contribuição de
Ricardo Mingordo Faria - Vila Velha / ES - Fã de
Carteirinha)
7. Na
cena quando o Capitão Nascimento e seus policiais
atacam um grupo de pessoas, ele ordena que um dos seus
soldados atire. Este atira e mata dois bandidos, um
cai para o lado esquerdo e outro cai de costas e fica
encostado na parede ao fundo. Quando o Capitão manda
trazer "a sementinha do mal", no caso o fogueteiro que
eles haviam prendido para denunciar quem estava com a
carga, então, o morto que estava encostado, no momento
que o policial passa com o garoto aparece estirado no
chão e depois ele volta a aparecer encostado. Como ele
pode mudar de posição? (Contribuição de Luiz
Francisco Platini - Fã de Carteirinha)
NOVO
ERRO 8.
Algumas
vezes aparece o Neto atirando com a arma sem ela estar
carregada (no apartamento, por exemplo). As próprias
fábricas de armas recomendam que NÃO SE FAÇA ISTO,
pois pode desregular a arma.
(Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de
Carteirinha)
9. No
início do filme, na narração do capitão Nascimento,
Oliveira é identificado como major, mas a divisa em
seu uniforme é de capitão. (Contribuição de
Celso Maia Gondim Neto - Fortaleza / CE - Fã de
Carteirinha)
10.
Quando o Capitão Nascimento está escalando uma
montanha com sua esposa, ele passa mal e é levado por
ela ao médico. Dentro do carro, no caminho ao
consultório ele transpira muito e reclama não estar
bem. Todos nós vimos que ele está vestindo uma
camiseta regata, tanto na escalada quanto durante o
trajeto ate o médico. Logo em seguida que o médico o
examina, Capitão Nascimento aparece abotoando uma
camisa social, ao invés de vestir a regata que ele
vestia durante a escalada. (Contribuição de
Felipe Nogueira - Uberaba / MG - Fã de Carteirinha)
11. Na
cena onde o Aspira Matias vai conhecer a sala onde vai
trabalhar elaborando a mancha criminal, é mostrado um
computador pré-histórico que já não existia em 1997.
(Contribuição de Marilya Batista Monteiro dos Santos -
São
Bernardo do Campo / SP -
Fã de
Carteirinha)
12. Na
cena onde é feito o ultra-som do filho do Capitão
Nascimento, é mostrado um Monitor de LCD, que ainda
não existia em 1997!
(Contribuição de Marilya Batista Monteiro dos Santos -
São
Bernardo do Campo / SP -
Fã de
Carteirinha)
13. Numa
determinada cena na favela, podemos ver claramente um
número de telefone com 8 dígitos (Ex: 1234-5678), e na
época tínhamos apenas números com 7 dígitos (Ex:
123-4567). (Contribuição de Marilya Batista
Monteiro dos Santos -
São
Bernardo do Campo / SP -
Fã de
Carteirinha)
14. Na
cena em que a Maria chega ao hospital para falar com
Matias logo após ela pedir informação para os
policiais e sair, o Capitão Nascimento fala para o
Carvalho: "dá pra escapar Carvalho, dá pra escapar", e
o Carvalho responde: "mas ele levou dois tiros nas
costas", mas o Neto só recebeu um tiro nas costas.
(Contribuição de Amanda Almeida - Patriarca / SP -
Fã de Carteirinha)
15. Na
cena em que o turno vai almoçar a comida do chão,
capitão Nascimento chama o 02 (Capitão Fábio) para
comer sozinho, e ele diz: "O senhor está com nojinho
seu 06, se o senhor não comer, seu 06, esse turno
inteiro, vai passar a madrugada na água seu 06, sendo
que quem está comendo é o 02. (Contribuição de
Matheus Falabrette - Passo Fundo / RS - Fã de
Carteirinha) e (Allexandre dos Santos Silva - Fã de
Carteirinha)
16. Na
cena do tiroteio com os traficantes (quando o Matias e
o Neto são salvos pelo BOPE) observem a pistola do
Neto. Uma hora aparece "travada aberta"
(descarregada), ele troca o pente, atira, volta a
aparecer descarregada e ele volta a atirar (sem trocar
o pente).
(Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de
Carteirinha)
17. O
Capitão Nascimento coloca a bandeira do BOPE sobre a
bandeira nacional, isso é crime militar, é proibido
colocar qualquer outra coisa cobrindo o pavilhão
nacional.
(Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de
Carteirinha)
18. Não
se coloca a bandeira na hora do enterro, e sim durante
o velório, e até chegar o momento do enterro, aí a(s)
bandeira(s) são retirada(s) e entregue(s) à família.
(Contribuição de Flavio Rennhack Belchior - Fã de
Carteirinha)
19. Na
cena em que o Neto vai entregar a lista de peças para
seu capitão, o mesmo entra no ômega que está com o
vidro fechado. Logo em seguida o vidro aparece aberto.
É nítido que não houve tempo suficiente para abrir o
vidro haja visto que a conversa é contínua e não há
movimento do capitão no interior do carro.
(Contribuição de Gláucio Magno de Souza - Fã de
Carteirinha)

ERROS REMOVIDOS
ANTIGO
ERRO 8.
Há uma
falha na cena do moleque, na cena do cabo de rodo. Os
policiais tentam por tudo fazer o moleque falar onde
esta o chefão. Na cena onde eles o ameaçam com o cabo,
eles perguntam: "Vai falar ou não vai? Então o moleque
responde: "Eu dou, eu dou, eu dou. (será se ele estava
com vontade de sentir o rodo?) Mas logo depois ele
corrige e fala: "Eu vou, eu vou, eu vou.
(Contribuição de Leandro Moreira - Fã de
Carteirinha)
-->
Correção do erro 8, durante essa cena os próprios
policiais perguntam se o moleque "não vai dar (o papo
reto)", isso é gíria, basta ver a cena onde o "Baiano"
pergunta para o playboy se ele "vai dar o papo reto"
sobre a presença do Matias para entregar óculos para o
menino. (Contribuição de Flavio Rennhack
Belchior - Fã de Carteirinha)

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IMAGENS E CURIOSIDADES

Tropa de Elite era
originalmente um projeto de documentário, derivado de Ônibus 174
(2002), tendo o BOPE como tema principal. BOPE significa Batalhão de
Operações Policiais Especiais. Para preparar o filme José Padilha
trabalhou dois anos em investigações com a colaboração do BOPE,
psiquiatras da PM e ex-traficantes. Para compor os personagens José
Padilha entrevistou e ouviu histórias de 15 policiais, que conheceu
depois que fez Ônibus 174 (2002). Em novembro de 2006 traficantes do
morro Chapéu Mangueira, onde as filmagens eram feitas, seqüestraram
parte da equipe que trabalhava no filme e roubaram as armas
cenográficas. 59 delas eram réplicas e 31 verdadeiras, adaptadas
para tiros de festim. As filmagens foram paralisadas por cerca de
duas semanas. Após ter a equipe seqüestrada e as armas cenográficas
roubadas durante as filmagens de Tropa de Elite, o diretor José
Padilha teve uma cópia pirata do filme circulando antes de sua
estréia nos cinemas. A cópia, que não era a edição definitiva do
filme, foi vendida em camelôs 2 meses antes do lançamento. Escolhido
como o filme de abertura do Festival do Rio 2007.