12/2003 - Palmas para
o Filme
“CIDADE DE DEUS” que é
premiado no Círculo de Críticos de Cinema de NY. O filme de Fernando
Meirelles, foi escolhido como
o Melhor Filme Estrangeiro de 2003. O filme foi
relançado nos EUA como parte de uma campanha da Miramax,
sua distribuidora internacional, para tentar concorrer
ao Oscar. O Círculo de
Críticos de NY é referência para o cinema mundial
e promove o prêmio desde 1939. Nesta época, nos EUA,
começam a ser divulgadas as premiações que conduzem e
indicam favoritos às principais como o Globo de Ouro e o
Oscar. O prêmio de Melhor
Filme da crítica nova-iorquina foi para "O SA - O Retorno do Rei", que estréia nesta
quarta-feira, dia 17, nos EUA. Sofia Coppola foi eleita
a Melhor Direção, por seu "Encontros e Desencontros",
que também ganhou o prêmio de Melhor Ator para Bill
Murray. "Cidade de Deus" quer entrar na corrida para o
Oscar. A revista inglesa especializada "Uncut", sobre
música e cinema, publicou em sua mais recente edição uma
lista dos melhores filmes de 2003, na qual indica
"Cidade de Deus" como o primeiro, seguido por "Kill
Bill" (Quentin Tarantino), "Adaptação", "Lilya 4 Ever" e
"O Pianista" (Roman Polanski).
O filme de Fernando Meirelles também foi nominado para o
Independent Spirit Awards na corrida pelo prêmio de
Filme Estrangeiro.
Saiba mais
Fonte:Folha
Online

12/2003
- Palmas para
a comédia “UM DUENDE EM NOVA YORK” que é
um fenômeno nos EUA. Desbancou Matrix e subiu para o
primeiro lugar. A comédia dirigida por Jon Favreau
firmou-se com um forte boca a boca e agora, a previsão
da distribuidora, é atingir a marca de 150 Milhões de
Dólares. A comédia natalina deste final de ano que
estréia no Brasil em 05/12, conta à inusitada história
de um bebê adotivo, que por engano, foi criado por
duendes no Pólo Norte. Quando Buddy cresce, fica
evidente para si e para sua família de duendes, que não
pertence àquele lugar. Assim, ele ruma para Nova York à
procura de sua verdadeira família. Embora Buddy encontre
um mundo que jamais soube existir, logo aprende que a
vida na cidade grande não é só patinação no gelo e
confeitos de açúcar, e se descobre um estranho, tanto
quanto era no Pólo Norte. Buddy procura seu pai
verdadeiro, Walter, um editor de livros infantis viciado
em trabalho e que faz parte dos “mal comportados” na
lista de Papai Noel. Walter não acredita que Buddy seja
o quê ou quem diz ser; na verdade, a única coisa em que
Walter acredita, sem muita certeza, é no lucro líquido.
Por fim, Buddy ensina a seu pai e a todas as pessoas,
sobre o verdadeiro espírito do Natal. Um filme dedicado
à família que agrada adultos, jovens e crianças.

20/11/2003 -
Palmas para Elói Pires Ferreira.
Palmas para
O paranaense Elói Pires
Ferreira que filma seu primeiro longa-metragem. Fé
na boléia de um caminhão. O filme tem como personagem
central um padre-caminhoneiro. A Filmagem de seqüência
de O Sal da Terra, em que o padre realiza uma missa
dentro de um caminhão. Apesar de estar colhendo vários
prêmios em recentes festivais de cinema, a produção
paranaense teve um pequeno recuo em 2003, situação não
muito diferente do restante no país, pois, até a metade
do ano, houve muitas indefinições na área audiovisual
por conta da troca dos governos federal e estadual. Mas
a atividade cinematográfica não cessou no Paraná e
alguns filmes continuaram a ser rodados neste ano. Um
dos trabalhos em produção atualmente no estado é O Sal
da Terra, primeiro longa-metragem de Elói Pires
Ferreira. As filmagens estão acontecendo desde o final
de outubro e percorrerão diversas cidades paranaenses
até o dia 20 de dezembro – a equipe de Ferreira já
filmou seqüências em Araucária, Curitiba e Antonina. Com
roteiro do próprio diretor, escrito ao lado de José
Olímpio e Altenir Silva, e diálogos de Rafael Camargo, O
Sal da Terra conta a história de um padre que percorre
as estradas brasileiras num caminhão-capela...
Saiba mais.
Fonte:Gazeta
do Povo

01/10/2003 -
Palmas para Quentin Tarantino.
Palmas
para
Quentin Tarantino que apresentou
o seu novo filme para o público.
"Kill Bill: Parte I" que teve pré-estréia nesta
segunda-feira em Los Angeles e contou com a presença de todas as suas musas:
Daryl Hannah, Uma Thurman e Lucy Liu. Uma contou
aos jornalistas que teve que treinar muito para dar mais dramaticidade às
seqüências de luta.
O filme é apenas a primeira parte da idéia de
Tarantino. A Miramax preferiu lançar "Kill Bill" em duas partes com três
horas de duração cada, disse Harvey Weinstein,
chefão da produtora, que também esteve presente à pré-estréia.
O filme é estrelado por Uma Thurman e foi escrito
por Tarantino para a atriz. Ela é uma assassina, conhecida como "A noiva".
No dia do seu casamento, leva um tiro e fica em coma. O mandante do crime é
Bill, seu ex-patrão e ex-amante. Quatro anos depois, a Noiva acorda e decide
eliminar toda a quadrilha de Bill, inclusive o trio formado por Daryl Hannah,
Lucy Liu e Vivica Fox. Ainda no elenco estão Jason
Bings e David Carradine, ator que estrelou séries de kung-fu na TV nos anos
70, como o chefão Bill. O papel seria, anteriormente, de Warren Beaty. Mas o
próprio Beaty indicou Carradine. Foram 155 dias de filmagens.
Há muita violência: para uma das cenas foram
usados quase
cem galões de sangue falso.

15/08/2003 - “Encontro de amor” é felicidade previsível.
Filme revive saga da princesa
e do plebeu em que o acaso faz o destino de ambos mudarem para sempre.
Pela enésima vez, a indústria
hollywoodiana revive o clichê do amor impossível. Como ocorre em “Uma Linda
Mulher”, “Noiva em Fuga”, “Um Lugar Chamado Nothing Hill”...o galã rico,
lindo e cobiçado, mas sem uma esposa à altura, vê o destino dar-lhe a ajuda
de que tanto necessita, e acha a musa que tanto merece (“Obrigado diretor,
agora sou feliz!” É o que deveria ouvir-se do ator neste momento).
Com atores de pouco prestígio como Jennifer Lopez (originalmente cantora) e
Ralph Fiennes o filme apesar de bom no início, perde-se num roteiro sem
reviravoltas ou grandes emoções. Em Nova Iorque, num hotel renomado,
Christopher Marshall, (Fiennes) o playboy da política americana, hospeda-se
no hotel onde Marisa Ventura (Lopes) é camareira. Por “acaso” conhece Ty
(filho de Marisa) um garoto muito esperto e fã de política.

12/08/2003 -
Voando Alto mostra conflito entre amor e trabalho.
Quando você estiver sem nada
melhor a fazer, e decidir ir ao cinema naquele dia chuvoso e frio, como os
atuais de inverno, apenas para divertir-se com uma comédia “light” à la
“Sessão da Tarde”, escolha este filme. A falta de contexto de um roteiro
preguiçoso e melodramático do estreante Eric Wald, faz rir pelo deboche, mas
jamais pelo riso sincero e atraente da película. Vale ressaltar apenas, em
meio à mesmice das cenas, a fotografia belíssima do brasileiro Affonso Beato
(Deus e o Diabo na terra do sol, Tudo sobre minha mãe, Mundo cão, Deus é
brasileiro) e os coloridos uniformes da figurinista Mary Zophres.
De resto, sobram as fórmulas que você já viu incontáveis vezes, como o
conflito de interesses entre o amor e a carreira profissional. Um detalhe
extra aconteceu nos bastidores: “Como Voando alto custou 35 milhões de
dólares à Miramax e parou nos 15 milhões de bilheteria, configura-se o
fracasso”. Com isso, surgem desabafos como o de uma Gwyneth revoltada,
apelidando o filme de View from my ass, em referência aos inúmeros closes
que recebe seu formoso bumbum. Na verdade, ela não percebeu, ou não quis
aceitar, que o alicerce do filme é exatamente este, a mistura de espírito
vulgar com atitude suburbana, e que os dotes de Christina Applegate e Kelly
Preston são igualmente bem focalizados.
Mas, discrepâncias à parte, não é todo dia que um brasileiro assume
responsabilidades no mercado americano. Em entrevista ao Jornal do Brasil,
Barreto disse que o estúdio prejudicou o filme, originalmente escrito,
filmado e editado como uma sátira de humor negro, com final romântico.
Por outro lado, o diretor não tem do que reclamar. Trabalha desde 1990 com
filmes nos Estados Unidos. Ninguém no Brasil conhece como ele as engrenagens
de Hollywood. E Barreto sabe que as regras do jogo, como os clichês de seu
filme, são evidentes e manjadas.
Salve-se quem puder. Contanto que prevaleça a “indústria cultural americana,
claro!”.

12/08/2003 -
A estranha família de Igby traz enredo drama-cômico
Um garoto de família rica que passa parte da infância vendo o pai ir
à loucura, que foge da escola militar e vai para Nova York em busca
de diversão e um sentido em sua vida, é a temática da obra. Mesmo
tocando em questões sociais de impacto como adultério, consumo de
drogas pesadas, problemas mentais e abuso de poder, o filme dá a
sensação de não querer levar esses temas à sério.
A estória perde-se neste ponto, em não saber que caminho seguir: o
de comédia ou drama. Já, a platéia fica desconfortável, sem saber se
deve rir da tragédia ou chorar com as palhaçadas. Nem os diálogos
ajudam. Demasiadamente forçados, com frases prontas, apenas
contribuem para a falta de realismo do filme.
O filme não é inteiro ruim. Jeff Goldblum, como padastro, e Susan
Sarandon, como a mãe de Iggy estão muito bem. E Claire Danes é
Sookie, uma bela vegetariana capaz de enrolar cigarros de maconha
perfeitamente e que, além de soltar um "não" em sua primeira cena,
acaba tendo um caso amoroso com Igby (Kieran Culkin, irmão de
Macaulay "Esqueceram de mim" Culkin).
Escrito e dirigido pelo novato Burr Steers, Igby vai à luta tenta
ser uma mistura do bom filme Royal Tenenbauns, de Wes Anderson, com
o clássico livro O apanhador no campo do centeio, de JD Sallinger,
mas não chega nem perto.
Uma boa idéia mal executada. Um bom passatempo sem maiores
pretensões. Ou sem nenhuma. Divirta-se se puder!
Por
Eduardo Maestro.

08/08/2003 -
Homem do Ano agrada mas não empolga.
O resultado na tela é muito bom, mas não chega a extasiar. O
cinema-verdade de "contrapartida social" consagrado em O Invasor (de
Beto Brant, 2001), Cidade de Deus (de Fernando Meirelles e Kátia
Lund, 2002) e Carandiru (de Hector Babenco, 2003), agrada mais uma
vez. O mundo brega do subúrbio é visto por uma veia cômica, porém,
não deixa de ser um retrato fiel do subúrbio carioca, cheio de medo
e das armadilhas das drogas.
Os atores não decepcionam. Murilo Benício, um Máiquel parecidíssimo
com outro personagem seu, o Toninho de Os Matadores (de Beto Brant,
1997) está ótimo. Os tiques e trejeitos são mais que eficientes, e
varia do "não entendo nada então tô cagando e andando" ao "cara de
cachorro perdido", passando por acessos repentinos de fúria e por
uma piscadela pesada, do tipo "será que é isso mesmo que estou
vendo?".
Já Natália Lage e Cláudia Abreu, são corajosas que encaram a vida de
frente. Sem esquecer de Paulo César Pereio, no papel de Seu
Humberto, dono machista da loja de animais que, apenas no livro,
sofre com as violências da esposa. Já a trinca de ricaços
interpretados por Jorge Dória, José Wilker e Agildo Ribeiro apontam
na direção do humor negro, já que todo brasileiro têm o dom de rir
de si mesmo, eles dão uma forcinha.
Ao fim da jornada, os acontecimentos parecem ter sido narrados de
maneira apressada, sem o necessário aprofundamento, especialmente na
metade final. São defeitos que nada ofuscam as qualidades mais
evidentes do filme, principalmente em fotografia e direção de arte.
Uma ótima história, com introdução e primeiro ato impecáveis,
sombria e relevante num equilíbrio devido. Filme policial, acima da
média, com um porquinho que é um luxo. Muitas gargalhadas e ótimas
sacadas de roteiro é diversão (e brasileira, o que é ótimo) das
boas. Por
Eduardo Maestro.

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12/2003 - Palmas para
o Filme
“CIDADE DE DEUS” que é
premiado no Círculo de Críticos de Cinema de NY. O filme de Fernando
Meirelles, foi escolhido como
o Melhor Filme Estrangeiro de 2003. O filme foi
relançado nos EUA como parte de uma campanha da Miramax,
sua distribuidora internacional, para tentar concorrer
ao Oscar. O Círculo de
Críticos de NY é referência para o cinema mundial
e promove o prêmio desde 1939. Nesta época, nos EUA,
começam a ser divulgadas as premiações que conduzem e
indicam favoritos às principais como o Globo de Ouro e o
Oscar. O prêmio de Melhor
Filme da crítica nova-iorquina foi para "O SA - O Retorno do Rei", que estréia nesta
quarta-feira, dia 17, nos EUA. Sofia Coppola foi eleita
a Melhor Direção, por seu "Encontros e Desencontros",
que também ganhou o prêmio de Melhor Ator para Bill
Murray. "Cidade de Deus" quer entrar na corrida para o
Oscar. A revista inglesa especializada "Uncut", sobre
música e cinema, publicou em sua mais recente edição uma
lista dos melhores filmes de 2003, na qual indica
"Cidade de Deus" como o primeiro, seguido por "Kill
Bill" (Quentin Tarantino), "Adaptação", "Lilya 4 Ever" e
"O Pianista" (Roman Polanski).
O filme de Fernando Meirelles também foi nominado para o
Independent Spirit Awards na corrida pelo prêmio de
Filme Estrangeiro.
Fonte:Folha
Online

12/2003
- Palmas para
a comédia “UM DUENDE EM NOVA YORK” que é
um fenômeno nos EUA. Desbancou Matrix e subiu para o
primeiro lugar. A comédia dirigida por Jon Favreau
firmou-se com um forte boca a boca e agora, a previsão
da distribuidora, é atingir a marca de 150 Milhões de
Dólares. A comédia natalina deste final de ano que
estréia no Brasil em 05/12, conta à inusitada história
de um bebê adotivo, que por engano, foi criado por
duendes no Pólo Norte. Quando Buddy cresce, fica
evidente para si e para sua família de duendes, que não
pertence àquele lugar. Assim, ele ruma para Nova York à
procura de sua verdadeira família. Embora Buddy encontre
um mundo que jamais soube existir, logo aprende que a
vida na cidade grande não é só patinação no gelo e
confeitos de açúcar, e se descobre um estranho, tanto
quanto era no Pólo Norte. Buddy procura seu pai
verdadeiro, Walter, um editor de livros infantis viciado
em trabalho e que faz parte dos “mal comportados” na
lista de Papai Noel. Walter não acredita que Buddy seja
o quê ou quem diz ser; na verdade, a única coisa em que
Walter acredita, sem muita certeza, é no lucro líquido.
Por fim, Buddy ensina a seu pai e a todas as pessoas,
sobre o verdadeiro espírito do Natal. Um filme dedicado
à família que agrada adultos, jovens e crianças.

20/11/2003 -
Palmas para Elói Pires Ferreira.
Palmas para
O paranaense Elói Pires
Ferreira que filma seu primeiro longa-metragem. Fé
na boléia de um caminhão. O filme tem como personagem central um
padre-caminhoneiro. A Filmagem de seqüência de O Sal da Terra, em que o
padre realiza uma missa dentro de um caminhão. Apesar de estar colhendo
vários prêmios em recentes festivais de cinema, a produção paranaense teve
um pequeno recuo em 2003, situação não muito diferente do restante no país,
pois, até a metade do ano, houve muitas indefinições na área audiovisual por
conta da troca dos governos federal e estadual. Mas a atividade
cinematográfica não cessou no Paraná e alguns filmes continuaram a ser
rodados neste ano. Um dos trabalhos em produção atualmente no estado é O Sal
da Terra, primeiro longa-metragem de Elói Pires Ferreira. As filmagens estão
acontecendo desde o final de outubro e percorrerão diversas cidades
paranaenses até o dia 20 de dezembro – a equipe de Ferreira já filmou
seqüências em Araucária, Curitiba e Antonina. Com roteiro do próprio
diretor, escrito ao lado de José Olímpio e Altenir Silva, e diálogos de
Rafael Camargo, O Sal da Terra conta a história de um padre que percorre as
estradas brasileiras num caminhão-capela.
Fonte:Gazeta
do Povo

01/10/2003 -
Palmas para Quentin Tarantino.
Palmas
para
Quentin Tarantino que apresentou
o seu novo filme para o público.
"Kill Bill: Parte I" que teve pré-estréia nesta
segunda-feira em Los Angeles e contou com a presença de todas as suas musas:
Daryl Hannah, Uma Thurman e Lucy Liu. Uma contou
aos jornalistas que teve que treinar muito para dar mais dramaticidade às
seqüências de luta.
O filme é apenas a primeira parte da idéia de
Tarantino. A Miramax preferiu lançar "Kill Bill" em duas partes com três
horas de duração cada, disse Harvey Weinstein,
chefão da produtora, que também esteve presente à pré-estréia.
O filme é estrelado por Uma Thurman e foi escrito
por Tarantino para a atriz. Ela é uma assassina, conhecida como "A noiva".
No dia do seu casamento, leva um tiro e fica em coma. O mandante do crime é
Bill, seu ex-patrão e ex-amante. Quatro anos depois, a Noiva acorda e decide
eliminar toda a quadrilha de Bill, inclusive o trio formado por Daryl Hannah,
Lucy Liu e Vivica Fox. Ainda no elenco estão Jason
Bings e David Carradine, ator que estrelou séries de kung-fu na TV nos anos
70, como o chefão Bill. O papel seria, anteriormente, de Warren Beaty. Mas o
próprio Beaty indicou Carradine. Foram 155 dias de filmagens.
Há muita violência: para uma das cenas foram
usados quase
cem galões de sangue falso.

15/08/2003 - “Encontro de amor” é felicidade previsível.
Filme revive saga da princesa
e do plebeu em que o acaso faz o destino de ambos mudarem para sempre.
Pela enésima vez, a indústria
hollywoodiana revive o clichê do amor impossível. Como ocorre em “Uma Linda
Mulher”, “Noiva em Fuga”, “Um Lugar Chamado Nothing Hill”...o galã rico,
lindo e cobiçado, mas sem uma esposa à altura, vê o destino dar-lhe a ajuda
de que tanto necessita, e acha a musa que tanto merece (“Obrigado diretor,
agora sou feliz!” É o que deveria ouvir-se do ator neste momento).
Com atores de pouco prestígio como Jennifer Lopez (originalmente cantora) e
Ralph Fiennes o filme apesar de bom no início, perde-se num roteiro sem
reviravoltas ou grandes emoções. Em Nova Iorque, num hotel renomado,
Christopher Marshall, (Fiennes) o playboy da política americana, hospeda-se
no hotel onde Marisa Ventura (Lopes) é camareira. Por “acaso” conhece Ty
(filho de Marisa) um garoto muito esperto e fã de política.

12/08/2003 -
Voando Alto mostra conflito entre amor e trabalho.
Quando você estiver sem nada
melhor a fazer, e decidir ir ao cinema naquele dia chuvoso e frio, como os
atuais de inverno, apenas para divertir-se com uma comédia “light” à la
“Sessão da Tarde”, escolha este filme. A falta de contexto de um roteiro
preguiçoso e melodramático do estreante Eric Wald, faz rir pelo deboche, mas
jamais pelo riso sincero e atraente da película. Vale ressaltar apenas, em
meio à mesmice das cenas, a fotografia belíssima do brasileiro Affonso Beato
(Deus e o Diabo na terra do sol, Tudo sobre minha mãe, Mundo cão, Deus é
brasileiro) e os coloridos uniformes da figurinista Mary Zophres.
De resto, sobram as fórmulas que você já viu incontáveis vezes, como o
conflito de interesses entre o amor e a carreira profissional. Um detalhe
extra aconteceu nos bastidores: “Como Voando alto custou 35 milhões de
dólares à Miramax e parou nos 15 milhões de bilheteria, configura-se o
fracasso”. Com isso, surgem desabafos como o de uma Gwyneth revoltada,
apelidando o filme de View from my ass, em referência aos inúmeros closes
que recebe seu formoso bumbum. Na verdade, ela não percebeu, ou não quis
aceitar, que o alicerce do filme é exatamente este, a mistura de espírito
vulgar com atitude suburbana, e que os dotes de Christina Applegate e Kelly
Preston são igualmente bem focalizados.
Mas, discrepâncias à parte, não é todo dia que um brasileiro assume
responsabilidades no mercado americano. Em entrevista ao Jornal do Brasil,
Barreto disse que o estúdio prejudicou o filme, originalmente escrito,
filmado e editado como uma sátira de humor negro, com final romântico.
Por outro lado, o diretor não tem do que reclamar. Trabalha desde 1990 com
filmes nos Estados Unidos. Ninguém no Brasil conhece como ele as engrenagens
de Hollywood. E Barreto sabe que as regras do jogo, como os clichês de seu
filme, são evidentes e manjadas.
Salve-se quem puder. Contanto que prevaleça a “indústria cultural americana,
claro!”.

12/08/2003 -
A estranha família de Igby traz enredo drama-cômico
Um garoto de família rica que passa parte da infância vendo o pai ir
à loucura, que foge da escola militar e vai para Nova York em busca
de diversão e um sentido em sua vida, é a temática da obra. Mesmo
tocando em questões sociais de impacto como adultério, consumo de
drogas pesadas, problemas mentais e abuso de poder, o filme dá a
sensação de não querer levar esses temas à sério.
A estória perde-se neste ponto, em não saber que caminho seguir: o
de comédia ou drama. Já, a platéia fica desconfortável, sem saber se
deve rir da tragédia ou chorar com as palhaçadas. Nem os diálogos
ajudam. Demasiadamente forçados, com frases prontas, apenas
contribuem para a falta de realismo do filme.
O filme não é inteiro ruim. Jeff Goldblum, como padastro, e Susan
Sarandon, como a mãe de Iggy estão muito bem. E Claire Danes é
Sookie, uma bela vegetariana capaz de enrolar cigarros de maconha
perfeitamente e que, além de soltar um "não" em sua primeira cena,
acaba tendo um caso amoroso com Igby (Kieran Culkin, irmão de
Macaulay "Esqueceram de mim" Culkin).
Escrito e dirigido pelo novato Burr Steers, Igby vai à luta tenta
ser uma mistura do bom filme Royal Tenenbauns, de Wes Anderson, com
o clássico livro O apanhador no campo do centeio, de JD Sallinger,
mas não chega nem perto.
Uma boa idéia mal executada. Um bom passatempo sem maiores
pretensões. Ou sem nenhuma. Divirta-se se puder!
Por
Eduardo Maestro.

08/08/2003 -
Homem do Ano agrada mas não empolga.
O resultado na tela é muito bom, mas não chega a extasiar. O
cinema-verdade de "contrapartida social" consagrado em O Invasor (de
Beto Brant, 2001), Cidade de Deus (de Fernando Meirelles e Kátia
Lund, 2002) e Carandiru (de Hector Babenco, 2003), agrada mais uma
vez. O mundo brega do subúrbio é visto por uma veia cômica, porém,
não deixa de ser um retrato fiel do subúrbio carioca, cheio de medo
e das armadilhas das drogas.
Os atores não decepcionam. Murilo Benício, um Máiquel parecidíssimo
com outro personagem seu, o Toninho de Os Matadores (de Beto Brant,
1997) está ótimo. Os tiques e trejeitos são mais que eficientes, e
varia do "não entendo nada então tô cagando e andando" ao "cara de
cachorro perdido", passando por acessos repentinos de fúria e por
uma piscadela pesada, do tipo "será que é isso mesmo que estou
vendo?".
Já Natália Lage e Cláudia Abreu, são corajosas que encaram a vida de
frente. Sem esquecer de Paulo César Pereio, no papel de Seu
Humberto, dono machista da loja de animais que, apenas no livro,
sofre com as violências da esposa. Já a trinca de ricaços
interpretados por Jorge Dória, José Wilker e Agildo Ribeiro apontam
na direção do humor negro, já que todo brasileiro têm o dom de rir
de si mesmo, eles dão uma forcinha.
Ao fim da jornada, os acontecimentos parecem ter sido narrados de
maneira apressada, sem o necessário aprofundamento, especialmente na
metade final. São defeitos que nada ofuscam as qualidades mais
evidentes do filme, principalmente em fotografia e direção de arte.
Uma ótima história, com introdução e primeiro ato impecáveis,
sombria e relevante num equilíbrio devido. Filme policial, acima da
média, com um porquinho que é um luxo. Muitas gargalhadas e ótimas
sacadas de roteiro é diversão (e brasileira, o que é ótimo) das
boas.
Por
Eduardo Maestro.

24/07/2003 - Morre aos 66 anos o
ator Rogério Cardoso
 |
O ator, à
esquerda em cena do seriado "A Grande Família", completou 50
anos de carreira no ano passado.
RIO - Morreu nesta quinta-feira pela manhã, no Rio, o ator
Rogério Cardoso. Ele teve um infarto fulminante e morreu em
casa, em Copacabana, na zona sul do Rio. O velório e o
enterro serão realizados no Cemitério São João Batista, em
Botafogo.
Paulista da cidade de Mococa. Cardoso tinha 66 anos e três
filhos. Participou de várias novelas, minisséries e filmes,
como 'O auto da compadecida', 'Hilda Furacão' e 'Explode
coração'. Atualmente, ele atuava nos programas 'A grande
família', em que interpretava o personagem Seu Flor, e no
programa 'Zorra total', em que contracenava com a atriz Nair
Belo, sua grande amiga. O ator completou 50 anos de carreira
no ano passado. 24/07/2003 - Lúcio
Mauro passa mal no velório de Rogério Cardoso.
Começou há 15 minutos, para os fãs, o velório do ator Rogério
Cardoso, que está sendo realizado no salão de entrada da Câmara
Municipal do Rio de Janeiro. O ator Lúcio Mauro teve que ser
amparado pelos familiares de Rogério, porque passou mal ao ver o
corpo do amigo. O enterro será amanhã às 9h no Cemitério Municipal
de Mococa, no interior de São Paulo. O corpo segue ainda hoje para
São Paulo e será velado no Museu de Arte Sacra do município. 25/07/2003 - Enterro
do ator Rogério Cardoso será realizado hoje.
O corpo do ator Rogério Cardoso, que morreu nesta quinta-feira no
Rio de enfarte, será enterrado hoje à tarde no Cemitério Municipal
de sua cidade natal, Mococa, no interior de São Paulo. Ele tinha 66
anos.
Ele teve um infarto fulminante e morreu em casa, em Copacabana, na
zona sul do Rio. O velório foi realizado na Câmara de Vereadores do
Rio, com a presença de centenas de pessoas, incluindo seus colegas
do elenco de A grande família, Marieta Severo, Lúcio Mauro Filho,
Marcos Nanini, Pedro Cardoso e Guta Stresser, além de vários outros
atores da Rede Globo.
O destino do personagem no seriado será decidido em uma reunião
entre o autor Cláudio Paiva, o diretor geral Mauro Mendonça Filho e
todo o elenco. (Fonte: Gazeta do
Povo) http://www.gazetadopovo.com.br |

22/07/2003 - Igreja
faz acordo sobre caso do filho do autor de Senhor dos Anéis.
A Igreja Católica chegou a um acordo fora dos tribunais com um jovem
que pertenceu a um coro e disse ter sido vítima de abusos sexuais
por parte de um sacerdote, que é filho do autor da saga "O Senhor
dos Anéis", John R.R. Tolkien.
O pároco John Tolkien, que morreu em janeiro aos 85 anos de idade,
foi acusado de abusar sexualmente de Christopher Carrie durante os
anos 50, quando era vigário da Igreja dos Mártires Ingleses em
Birnmingham, centro da Inglaterra.
A polícia britânica começou a investigar a denúncia em 2001, mas
estimou que Tolkien estava doente demais para ir a julgamento.
- Chegamos a um acordo final de US$ 23 mil sem admissão de dívida -
disse o assessor de imprensa da Arquidiocese de Birmingham, Peter
Jennings. - O padre John Tolkien sempre negou enfaticamente, ao
longo de sua vida, que havia abusado de alguém.
Matéria:
Globo.com.

11/07/2003 -
Universal lança O Incrível Hulk em
DVD
DVD protagonizado por Bill
Bixby, mostra origem da famosa série de TV.
O DVD O Incrível Hulk traz dois longas-metragens históricos. O primeiro, de
1977, é o piloto que deu origem ao seriado. O segundo - Casado, de 1978 -
foi exibido na televisão dos EUA com grande sucesso, e lançado nos cinemas
da Europa. Estará nas lojas a partir de nove de julho.
O Incrível Hulk – O Filme
O pesquisador e cientista David Bruce Banner passa por uma profunda
depressão por não ter conseguido salvar a vida de sua esposa de um terrível
acidente automobilístico, e inicia uma pesquisa sobre os motivos que levam
alguém a obter força sobre humana em momentos de extrema tensão. Ao lado da
Dra. Elaina Marks, Banner conclui: existem pessoas, portadoras de uma
simples alteração genética, que extrapolam suas próprias limitações físicas
quando expostas a uma certa dose de raios gama, emanados do Sol, e
submetidas a situações de forte estresse.
Ao aplicar a descoberta em si próprio, se submete a uma dose excessiva de
raios que provocam uma situação inusitada: sob forte tensão, seu corpo
sofrerá um terrível mutação que o transformará no poderoso e incrível Hulk.
Vítima de seu próprio destino, o cientista torna-se um fugitivo de si mesmo,
perambula pelos Estados Unidos e sobrevive de sub-empregos, enquanto tenta
conseguir o antídoto para a sua maldição.
Extras:
Bem-Vindo ao Parque Temático dos Estúdios Universal no Japão.
Spot de TV
Trailer/ Teaer
CURIOSIDADES:
- O Incrível Hulk é um dos seriados de TV de maior sucesso de todos os
tempos. Baseada no famoso personagem criado por Stan Lee em 1962, a série
filmada estreou na televisão americana em 10 de março de 1978, permanecendo
no ar, com episódios inéditos, até 2 de junho de 1982.
- Para a "transformação" do Dr. Banner, entra em cena o ator Lou Ferrigno,
eleito Mr. América em 1973 e Mr. Universo em 73 e 74. Adepto do
fisiculturismo, Ferrigno foi jogador profissional de futebol americano no
Canadá. Ele mede 1,97 m e no auge de sua forma física pesava 125 quilos de
puro músculo.
- Ferrigno também participa do novo Hulk, de Ang Lee, no papel de um
segurança. Atualmente aos 51 anos de idade, ele continua em atividade no
cinema e na TV.
- O Incrível Hulk (The Incredible Hulk). EUA, 1977. Direção de Kenneth
Johnson. Com Bill Bixby, Lou Ferrigno, Susan Sullivan e Jack Colvin. 91
minutos.
- Casado (The Incredible Hulk: Married). EUA, 1978. Direção de Kenneth
Jonhson. Com Bill Bixby, Lou Ferrigno, Mariette Hartley e Jack Colvin. 97
minutos. Lançamento Universal Pictures.
Por
Eduardo Maestro.

06/07/2003 -
O Agente Teen traz espionagem aos
moldes de 007
Filme é estrelado por Frankie Muniz, indicado ao Emy e Globo de Ouro
de Melhor Ator por séries cômicas de TV
O filme de muita ação e enredo envolventes, retrata aventuras de um
adolescente treinado para ser um agente secreto dos Estados Unidos,
que carrega um grande segredo escondido a sete chaves, até da
família: em instalações muito secretas disfarçadas de colônia de
férias, Banks recebeu um treinamento super especial e se transformou
num agente secreto de elite da CIA que o permite dirigir como um
dublê, lutar como um profissional, possuir um arsenal de invenções
tecnológicas e, para empolgar e completar a ação, ter uma chefe sexy
– a agente Ronica Miles (Angie Harmon, mais conhecida como a
assistente da promotoria Abbie Carmichael, na premiada série de TV
Lei & Ordem).
Ao receber a primeira
missão, o agente descobre que terá de se aproximar da garota de seus
sonhos na escola, Natalie Connors (Hilary Duff, da série do Disney
Channel, Lizie McGuire, de Corações Apaixonados), para espionar o
pai dela, um cientista que está desenvolvendo uma frota mortal de
Nanobots – robôs microscópicos com poder de destruir o planeta. O
único problema: a CIA gastou US$ 10 milhões treinando-o, mas não o
ensinou a falar com as garotas.
Agora, terá de
transitar pelo perigoso mundo da espionagem internacional, usando
tudo o que aprendeu para salvar o mundo, participando de
perseguições de carro e snowmobile, andando pelo teto com sapatos
especiais e se infiltrando em laboratórios secretos, ao mesmo tempo
em que terá de fazer suas lições e tarefas em casa para não ficar de
castigo.
A trama é dirigida
pelo holandês Harald Zwart , que começou a fazer filmes com apenas 8
anos de idade, e que além de bem sucedido diretor de publicidade de
videoclips da Europa, já trabalhou com a aclamada série de TV
Comando 007 e com o filme Que Mulher é Essa, estrelado por Liv Tyler,
Michael Douglas, Matt Dillon e Paul Reiser.
O elenco é composto
por Keith David (Barbershop, Quem Vai Ficar com Mary?, Lendas da
Vida), Cynthia Stevenson (Felicidade, Esqueça Paris, O Jogador),
Cody Banks (Frankie Muniz, jovem ator elogiado pela crítica por sua
atuação como Malcolm, no seriado de TV Malcolm in the Middle) é um
típico adolescente que adora andar de skate, detesta matemática e se
sente um completo idiota quando está perto de garotas.
O AGENTE TEEN (Agent
Cody Banks) estréia nos cinemas brasileiros no dia quatro de julho.
Por
Eduardo Maestro.

30/06/2003 - Morre Katharine Hepburn
A atriz Katherine Hepburn morreu hoje às 14h50 em Fenwick, nos Estados
Unidos. A atriz morreu de causas naturais.
Hepburn, de 96 anos, venceu quatro vezes o Oscar de melhor atriz, pelos
filmes "Manhã de glória" (1933), "Adivinhe quem vem para jantar?" (1967),
"Leão no Inverno" (1968) e "Num Lago Dourado" (1981). Foi uma feminista
convicta e encarnou com freqüência a mulher americana desejosa de se
libertar da tutela dos homens. Inteligente, culta, especializou-se na
comédia de costumes que foi marca de diretores como George Cukor e Frank
Capra.
Nascida em 12 de maio de 1907 em Hartford, Connecticut, filha de um médico e
de uma feminista, Katherine sempre foi encorajada pela família a falar o que
pensava. Aos 14 anos, ficou arrasada com a morte do irmão, que teria se
enforcado acidentalmente com um truque para suspensão que o próprio pai lhe
ensinara. Por muitos anos, transtornada, Katherine tomou a data do
aniversário do irmão, 8 de novembro, como sua própria.
Depois da tragédia, a atriz ficou muito tempo sem querer ter contato com
pessoas e estudava em casa. Passado o período crítico de isolamento, decidiu
estudar artes cênicas na faculdade Bryn Mawr. Foi quando tomou gosto pela
arte e optou pelo teatro, fazendo suas primeiras apresentações lá mesmo, no
palco da faculdade. Depois da graduação, começou a ganhar pequenos papéis em
peças da Brodway. Sempre teve destaque nas produções por que passava, sendo
um de seus maiores êxitos "Art and Mrs. Bottle", em 1932. Convites para
filmes foram surgindo e sua estréia oficial no cinema foi em "Vítimas do
divórcio", de 1932, ao lado de John Barrymore. O filme foi um grande sucesso
e, entre 32 e 34, ela estrelou mais cinco produções. A terceira delas,
"Manhã de glória", foi responsável por seu primeiro Oscar. O mais
bem-sucedido na época, porém, foi "Adoráveis mulheres" (1933).
Depois disto, começaram a surgir rumores sobre o mau comportamento da atriz
fora das telas e sua resistência à participar do que classificava como "jogo
hollywoodiano". Sempre de calças e sem maquiagem, ela se negava a posar para
fotos e dar entrevistas. A partir daí, Katherine começou a ser rechaçada
pelos críticos. Em 34, quando voltou para a Broadway, as coisas não ficaram
melhores. Em 38, ela estrelou nos palcos "Núpcias de escândalo" e conseguiu
voltar para Hollywood ao comprar os direitos da versão da peça para o
cinema, o que lhe deu poder para escolher diretor e atores para sua
produção. Assim ficou marcada sua volta ao estrelato, coroada com uma
indicação ao Oscar naquele ano.
Ao encontrar com Spencer Tracy em "A mulher do dia", ela começou um romance
com o ator, que duraria mais de 25 anos e renderia diversas parcerias
bem-sucedidas no cinema. Recordista de indicações para o Oscar - foram ao
todo 12, Katherine conquistou quatro estatuetas, o que lhe conferiu o título
de atriz mais premiada pela Academia até hoje. Seu último filme com Tracy -
também o último filme dele - foi "Adivinhe quem vem para jantar?", em 1967.
Foi sua segunda estatueta. Tracy morreu poucas semanas depois do fim das
filmagens. O terceiro Oscar foi uma resposta à sua atuação em "Leão no
inverno" (1968). Treze anos mais tarde, ela ainda ganharia sua quarta
estatueta por "Num lago dourado", em que contracenou com Henry Fonda.
Seu filme mais recente foi "Segredos do coração", com Warren Beatty e
Annette Bening.
Fonte: Gazeta do Povo - Globo.com
LINK PARA A NOTÍCIA NA GAZETA DO POVO

22/06/2003 - A Viagem de Chihiro é
lançamento da Europa Filmes
Vencedor do Festival de Berlim 2002 e do Oscar em Animação 2003,
chega aos Cinemas em Julho.
Chihiro, uma menina esperta de 10 anos, está de mudança. Nos
arredores do novo bairro, depara-se com um parque de diversões
abandonado. Como num sonho ela começa a viver uma grande aventura
num mundo encantado, habitado por fantásticas criaturas e passa a
ser protegida por Haku, um menino com poderes mágicos. Para salvar
seus pais e voltar ao nosso mundo, é convocada a mostrar sua
humildade, coragem e determinação.
Ela acredita que o Universo inteiro deve-se submeter a seus
caprichos. Quando os pais dela, Akio e Yuko, contam que precisam
mudar de casa, ela fica muito aborrecida e não esconde o que sente.
A garota se agarra à memória dos amigos que deixou em uma outra
cidade para sobreviver na nova vida. Viaja agarrada ao buquê de
flores de despedida, a última lembrança de sua antiga vida.
No final de uma estranha rua, que acreditavam fazer parte do caminho
para a nova casa, a família se depara com um prédio vermelho no qual
Metragemum (túnel infinito) boceja como uma boca gigantesca.
Relutante, Chihiro acaba seguindo seus pais, que entraram no prédio.
O túnel leva a uma cidade fantasmagórica. Caminhando pela cidade, os
pais de Chihiro encontram um banquete suntuoso. Akio e Yuko
deliciam-se no monte de comida, mas acabam transformados em porcos.
Eles mal sabiam que estavam vagando por um fantástico mundo habitado
por deuses antigos e seres mágicos, e governado por uma feiticeira
endiabrada, a bruxa Yubaba.
Yubaba explica para Chihiro que todos os humanos que entram no mundo
dos espíritos são transformados em animais antes de serem mortos e
devorados. Todos os que escapam deste destino trágico são condenados
á morte se provarem ser inúteis.
Felizmente, Chihiro acha um aliado. O enigmático garoto Haku. Para
sobreviver neste mundo novo, estranho e perigoso, ela tem de se
tornar útil e trabalhar na casa de banhos da velha Yubaba. Renuncia
sua preguiça, sua humanidade, sua razão, suas as recordações e até
mesmo seu nome, passando a ser chamada apenas de Sen, nome escolhido
pela bruxa.
Um enigma com fantásticas imagens e de muita ação, que agradará
jovens e adultos, bem ao estilo Pokemón e dos desenhos japoneses, de
muito bom gosto e qualidades inquestionáveis.
Por
Eduardo Maestro.
(Filme: Spirited Away; EUA e Japão 2001; 122 minutos; Livre)
Informações:
www.aviagemdechihiro.com.br

Denzel Washington estréia como diretor
em VOLTANDO A VIVER – ANTWONE FISHER
Filme estréia nos cinemas
dia 13 de junho com o ator Derek Luke
Depois de ganhar um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo épico Tempo de
Glória e de ter sido o grande vencedor do Oscar de Melhor Ator pelo
policial Dia de Treinamento, o astro Denzel Washington estréia como
diretor com o drama VOLTANDO A VIVER – ANTWONE FISHER (Antwone Fisher,
2002), baseado em fatos reais.
O filme também marca a estréia do jovem ator Derek Luke (que participou
de episódios da série de TV The King of Queens) e foi reconhecido pelos
críticos do National Board of Review como Melhor Revelação Masculina.
O enredo apresenta o marinheiro Antwone Fisher (Derek Luke) como um
jovem agressivo que, com a ajuda do psiquiatra naval Jerome Davenport (Denzel
Washington), inicia uma luta para superar sua traumática infância e
decide procurar a família que jamais conheceu.
Depois deste projeto totalmente novo em sua carreira, Denzel já trabalha
em um novo lançamento – o filme Man on Fire, que começou a ser rodado no
México e traz no elenco, Christopher Walken, Dakota Fanning e Giancarlo
Giannini.
Por
Eduardo Maestro.

O Crime do Padre Amaro conquista nove
Prêmios Ariel
A adaptação cinematográfica de "O Crime do Padre Amaro'', romance do
português Eça de Queiroz, foi a grande vencedora na premiação do Ariel,
o Oscar mexicano. A produção da Columbia Pictures conquistou nove
estatuetas, incluindo a de melhor filme, diretor (Carlos Carrera) e
roteiro adaptado. A história do padre que engravida uma jovem fiel e a
obriga a fazer um aborto, ainda levou os troféus de melhor atriz
coadjuvante (Angelica Aragon), ator coadjuvante (Damian Alcazar), ator
em papel menor (Ernesto Gomez Cruz), montagem, som e figurino.
Fenômeno de bilheteria no México, "O Crime do Padre Amaro'' arrecadou
aproximadamente US$ 15 milhões nas bilheterias do país. Em 21 semanas em
cartaz nos EUA, a renda chegou a US$ 5,7 milhões. O diretor Carlos
Carrera dedicou o prêmio à mãe, ao ator Gael Garcia Bernal, ao produtor
Alfredo Ripstein e ao roteirista Vicente Lenero. "Nossos melhores
divulgadores foram os bispos e as entidades que consideraram o filme um
pecado e pediram que o público não fosse vê-lo. Eu nunca poderei
retribui-los pela ajuda", completou o diretor. O polêmico "O Crime do
Padre Amaro" será lançado dia 10 de junho em DVD e VHS pela Columbia
TriStar Home Entertainment.
Por
Eduardo Maestro.

Foi só um Beijo explora amor, dor e
dramas da paixão
Uma versão original da comédia romântica no estilo de um pesadelo
kafkaniano, com uma viagem sensual e surrealista através dos campos
minados da desconfiança, do erro de comunicação, da não percepção dos
sinais e da confusão do relacionamento moderno, dando um olhar novo e
provocante às conseqüências da traição, são as ferramentas idealizadas
pelo estreante em direção, o ator, Fisher Stevens (O IMBATÍVEL, HACKERS —
PIRATAS DE COMPUTADOR, SÓ VOCÊ, O REVERSO DA FORTUNA, UM ROBÔ EM
CURTO-CIRCUITO 2, QUE GAROTA, QUE NOITE). O uso do tema clássico da
infidelidade entre homens e mulheres fora mudado com uma nova roupagem.
Explora-se aqui as conseqüências dramáticas quanto cômicas das escolhas
mais importantes da vida: beijar ou não beijar, a quem amar e por quê.
Um beijo ilícito põe um grupo de jovens habitantes de Manhattan no meio do
sombrio redemoinho das modernas neuroses românticas. Ao abandonarem seus
relacionamentos promissores, cada um deles entra numa Nova York
surrealista de indiscrições sexuais e acidentes caóticos. Nesta metrópole
o destino, a luxúria e a perda, às vezes perigosa e geralmente cômica,
colidem.
Trair ou não trair? Essa é a pergunta com a qual se deparam dois casais
urbanos: o diretor de comerciais Dag e a sua namorada realista Halley; e o
mascote do comercial de Pasta de Amendoim, Peter, e sua namorada adepta de
Prozac, Rebecca. Quando se pega tentado a beijar a namoradeira Rebecca,
Dag acaba cedendo sem pensar que esse pequeno ato terá conseqüências
colossais e afetará as vidas de todos aqueles com quem tem ligação. Dag se
vê envolvido num pesadelo romântico, já que a sua infidelidade desencadeia
uma reação em cadeia de término de envolvimentos emocionais — e um estopim
para novas atrações sexuais. Abatidas, cada vítima da infidelidade decide
entrar em contato com o seu “eu” interior. Peter se envolve com uma
comissária de bordo cinéfila numa viagem que se transforma em manchete de
jornal. Igualmente chateada, Halley deixa que um músico de fala doce
“toque as suas cordas”. Enquanto isso, Rebecca fica fora de controle
novamente e Dag, literalmente, acaba preso depois de seduzir uma
dominatrix que trabalha num boliche. Atirados numa confusão estonteante,
Dag e seu círculo de amigos retornam aonde tudo começou com apenas um
beijo e com uma rara segunda chance para, dessa vez, fazerem as escolhas
certas. Se o destino deixar...
Estréia prevista em circuito nacional dia 13 de Junho. Distribuidora: UIP.
Por
Eduardo Maestro.

A Noite Americana estréia nos Cinemas
Os bastidores de uma filmagem com a aflição
do diretor que precisa tomar decisões importantes a cada instante, não só
sobre o filme mas também sobre as emoções de sua trupe de atores, fazem
parte desta trama de ação e de uma volta ao passado romântico e saudosista
da década de 70 na Europa. O filme se passa na França e mostra uma empresa
produtora de filmes e seu trabalho. Atores chegando e partindo,
relacionamentos se criando. Julie, a linda e talvez instável estrela,
recobra-se de uma depressão, ajudada por um médico mais velho, e seu novo
marido. Alphonse é inseguro. Quando sua noiva sai com o “stunt” man, ele
quer abandonar as filmagens. É Julie que o convence a ficar. Alexandre, um
verdadeiro profissional no set, corre para o aeroporto na expectativa de
que um certo jovem chegue em visita. Severine, não mais tão jovem, vira a
garrafa e diz suas linhas com emoção à flor da pele. E no centro de tudo
está Fernand, o diretor e roteirista, que precisa tomar decisões a cada
instante, responder a uma grande quantidade de perguntas e entregar o
filme dentro do prazo.
Direção: François Truffaut. Roteiro:
Jean-Louis Richard, Suzanne Schiffman e François Truffaut Elenco:
Jacqueline Bisset, Valentina Cortese, Alexandra Stewart, Jean-Pierre
Aumont, Jean-Pierre Léaud, François Truffaut, Nathalie Baye
Por
Eduardo Maestro.

“Confissões de uma Mente Perigosa”
mostra a batalha entre fama, sucesso e sanidade
“Meu nome é Charles Hirsch Barris. Compus
músicas pop e fui produtor de televisão. Sou responsável por poluir a
televisão com entretenimento tolo e sem conteúdo. Além disso, eu
assassinei 33 seres humanos.”
A mistura entre o bem e o mal, sucessos e
desilusões, fama, mulheres e solidão, é narrada neste belo filme, vencedor
do Urso de Prata Sam Rockwel, no Festival de Berlim deste ano, é produzido
pelo estreante em direção, o ator George Clooney, O elenco cheio de
estrelas traz nomes como Sam Rockwell (As Panteras, À Espera de um
Milagre), Drew Barrymore (As Panteras, Nunca fui Beijada), Júlia Roberts (Erin
Brockovich, Uma Linda Mulher), além de George Clooney (Onze Homens e um
Segredo, Mar em Fúria). A obra é baseada no livro de Chuck Barris, e
mostra que a televisão o tornou famoso, porém seus maiores sucessos
aconteceram fora da tela. Confissões de Uma Mente Perigosa é a história da
vida dupla deste legendário showman – produtor de TV durante o dia,
assassino da CIA a noite. Jovem, cheio de energia e concentrado numa
carreira de destaque na crescente indústria da televisão, Barris percebe
que está sendo seguido por um sujeito suspeito, que logo o introduz num
universo secreto e perigoso: o dos agentes da CIA. Enquanto Barris adquire
notoriedade como um dinâmico produtor de TV – criando programas inovadores
e populares como o game show The Newlywed Game e o programa The Gong Show,
que ele mesmo apresenta – ele comete assassinatos com regularidade para o
governo dos Estados Unidos. Aos poucos, incorpora seus programas de
televisão em sua vida secreta: os casais vencedores do game show The
Dating Game ganham viagens para “a fabulosa Helsinki” e a “romântica
Berlim Ocidental” para o encontro de seus sonhos – não é o mesmo que
Paris, mas proporciona a Barris, que os acompanha, um disfarce para suas
missões secretas. À medida que Barris aproveita o glamour de seus dois
mundos – o do entretenimento e o da espionagem – vai perdendo o controle
de sua vida. Ele fica dividido entre a mulher que o ama e a misteriosa
mulher de suas fantasias. É duramente criticado pelo público, que o acusa
de corromper a TV, e se vê jurado de morte por um agente traidor. Chuck
Barris precisa retomar o controle da sua vida. De ambas. Mostrar-se
demais, sem jamais ser visto é o desafio agora. Qual das vidas
sobreviverá? Estréia em circuito nacional prevista para o dia 01 de Maio.
Por
Eduardo Maestro.

Indiana Jones Chega em DVD
Anunciado o lançamento mundial das
grandes aventuras do Cinema em DVD
Finalmente, a trilogia de maior sucesso do
cinema estará chegando em formato de DVD. Foi anunciado hoje, 29,
que As Aventuras de Indiana Jones – Coleção completa em DVD - terá
seu lançamento mundial em 4 de novembro deste ano. Segundo pesquisas
realizadas recentemente no mundo os títulos Indiana Jones e os
Caçadores da Arca Perdida (1981), Indiana Jones e o Templo da
Perdição (1984) e Indiana Jones e a Última Cruzada
(1989) são os mais esperados para o lançamento nesse formato. O pack conta
com quatro DVD´s e oferece mais de dez horas de entretenimento. Para
completar, a novidade há um disco dedicado ao material extra e exclusivo,
no qual inclui documentário recentemente produzido sobre os bastidores do
filme e entrevistas inéditas com os dois mais aclamados cineastas –
Steven Spielberg e George Lucas – e com o astro do cinema mais popular de
todos os tempos, Harrison Ford. De acordo com Jim Ward, Vice Presidente de
Marketing da LucasFilm, "nossa preocupação também era entregar aos fãs da
trilogia um material com qualidade maior que a esperada". E continuou:
"essa coleção explora várias facetas dos filmes – efeitos especiais,
música e sons. Nós pegamos visões de todo o mundo para explorar histórias
dos bastidores de Indiana Jones. Foi ótimo trabalhar com Steven e George
neste projeto, que transformaram essa coleção em algo realmente especial".
"Nós e a LucasFilm unimos forças e criamos esse pack para milhões de fãs,
que transformaram Indiana Jones no maior sucesso da história do cinema por
mais de duas décadas", afirmou Thomas Lesinski, Presidente da Paramount
Home Entertainment. A LucasFilm é uma das companhias líderes no mercado de
entretenimento. Fundada por George Lucas, em 1971, é uma empresa destinada
à produção de filmes e programas para a televisão. Além disso, a companhia
tem negócios voltados à Light & Magic e Skywalker Sound, LucasArts
Entertainment, Lucas Licensing e Lucas On-line. LucasFilm com suas
produções no cinema já faturou 19 Oscars e 12 Emmy Awards com as produção
para TV.
Por
Eduardo Maestro.

Lançado em VHS e
DVD o Aclamado e Divertido Stuart Little 2
Em Stuart Little
2, dirigido por Rob Minkoff ("O Rei Leão" e o "Pequeno Stuart Little") o
pequenino herói Stuart se envolve em mais uma história repleta |