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CARANDIRU
Milton Gonçalves &
Rodrigo Santoro
Baseado no livro
''Estação Carandiru'', o filme retrata o cotidiano dos internos do
maior presídio da América Latina, sob a perspectiva de um médico.
A nova produção de
Hector Babenco distribuída pela Columbia, conta com um elenco
principal de 26 atores, entre jovens talentos e veteranos, e cerca
de 8 mil figurantes e conta com o ator Rodrigo Santoro interpretando
o papel de um travesti, o filme estreou nos cinemas em todo o Brasil
no dia 11 de abril.
Com um orçamento de R$
12 milhões, rodado, em parte, na casa de detenção que dá nome ao
filme, Carandiru aborda as questões retratadas em Estação Carandiru,
livro de Dráuzio Varella que, há aproximadamente 150 semanas figura
na lista dos mais vendidos.
No livro e na película
aborda-se a questão do relacionamento entre os presos. A
cumplicidade, a fidelidade e o peso da palavra entre os presos são
alguns dos elementos retratados. Afinal, foi esse conjunto de regras
não escritas, porém cumpridas à risca, que fascinou o
médico/escritor.
Varella resolveu
contá-las em livro. Já o cineasta encantou-se, além desse aspecto,
pela história do médico que, "sem preconceitos, sem julgamentos
morais, passou a fazer trabalho dos mais corajosos no Carandiru".
Mas não deixe de ver os
erros também.

Diretor: Hector Babenco
Escritores: Hector Babenco,
Fernando Bonassi & Victor Navas
Baseado no livro de Dráuzio
Varela
Gênero: Drama / Crime
Site oficial do filme:
http://carandiru.globo.com/
e
www.carandiru.com.br
Columbia

Título Original: Carandiru
Tempo: 146 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003 - Brasil
Recomendação: 18 anos

ELENCO
Luiz
Carlos Vasconcelos .... Médico
Mílton Gonçalves .... Chico
Aílton Graça .... Majestade
Maria Luísa Mendonça .... Dalva
Aída Lerner .... Rosirene
Rodrigo Santoro .... Lady Di
Gero Camilo .... Sem Chance
Floriano Peixoto .... Antônio Carlos
Vanessa Gerbelli .... Célia
Ricardo Blat .... Claudiomiro
Wagner Moura .... Zico
Caio Blat .... Deusdete
Júlia Ianina .... Francineide
Sabrina Greve .... Catarina
Lázaro Ramos .... Ezequiel
Gabriel Braga Nunes .... Sérgio
Antônio Grassi .... Seu Pires
Rita Cadillac .... Rita Cadillac
Enrique Diaz .... Gílson
Sabotage .... Fuinha
FICHA TÉCNICA
Produção .... Hector Babenco
Produção .... Flávio R. Tambellini
Desenho de Produção .... Caio Gullane
Edição .... Mauro Alice
PRODUTORA
Globo Filmes
DISTRIBUIDORAS
Sony Pictures Classics
Columbia TriStar do Brasil

ERROS
1.
A bandeira do Corinthians que aparece nas cenas de futebol
tem 4 estrelas comemorativas referentes aos títulos
brasileiros de 90, 98, 99 e do mundial de 2000. Acontece que o
filme se passa em 92. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha)
2. A mesma
coisa acontece com a camisa do Corinthians usado por um
personagem (Majestade) na hora da execução do personagem
Zico. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha)
3. Isto
acontece também nas camisas do Corinthians usadas por
figurantes na torcida do jogo de futebol. (Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de Carteirinha)
4. Em
determinada cena aparece uma camisa com o símbolo do São
Paulo FC com 4 estrelas. Duas delas representam o
Bi-Campeonato da Copa Toyota conquistados em dezembro de
1992 e dezembro de 1993. O filme se passa até outubro de
1992 quando o massacre ocorreu, portanto o time ainda não
havia disputado nenhum destes títulos, e as 4 estrelas só
foram acrescentadas ao escudo no final da década dos 90.
(Contribuição de Sidnei dos Santos - Fã de
Carteirinha) -
(Contribuição
de Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS
- Fã de Carteirinha)
5. Um
personagem, o cozinheiro que é o juiz, usa uma camisa da
seleção brasileira com 4 estrelas. A 4ª estrela só foi
acrescentada em 1994 após a conquista do Mundial, mas o filme
se passa em 1992. (Contribuição de Sidnei dos Santos
- Fã de Carteirinha) -
(Contribuição
de 'Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS
- Fã de Carteirinha)
6. O Filme se
passa no ano de 1992 quando aconteceu o Massacre, mas em uma
das últimas cenas, o ator que interpreta o médico esta
sentado no metrô, e atrás dele existe um anúncio da Velog,
que só começou a ser veiculado no final do ano passado.
Naquela época nem existia a Velog ainda. (Contribuição de Tiago A. Ribeiro - Fã de Carteirinha)
7. Em
vários lugares da prisão, como celas, corredores e
escritórios, há fotos de mulheres nuas ou de biquínis, e no
consultório do médico, Dr. Dráuzio Varella, tem fotos assim
também coladas em um armário, do tipo arquivo. São várias
fotos, incluindo uma da "enfermeira do funk", dançarina que
surgiu no auge da música funk, em 2001, mas o filme se passa
em 1992. Fato retratado por várias cenas, como uma em que os
presos assistem na tv, o então presidente Collor
discursando, ano do massacre do Carandiru. Como uma
personagem criada em 2001 tem sua foto em um presídio no ano
de 1992? (Contribuição de
Paulo R. de
Almeida Prado Jr. - Santa Bárbara D'Oeste / SP - Fã de
Carteirinha)
8.
Quando mostra a cena da praia, só tem uma bóia na bicicleta,
mas quando eles vão tomar banho aparecem três bóias. (Contribuição de Fabricio Bravim Melotti - Espírito Santo -
Fã de Carteirinha)
9.
Em uma das cenas
que mostra a quadra, tem uma poça de lama, nela aparecem
marcas de pneus de carros. Tem carros lá dentro? (Contribuição de Fabricio Bravim Melotti - Espírito Santo -
Fã de Carteirinha)
10.
Na 2ª ou 3ª cena após mostrar o Zico morto, aparece uma
camisa do São Paulo FC. Além das estrelas estarem erradas, a
logomarca do patrocinador também está. Aparece o logo da LG,
mas em 1992 o patrocinador era a TAM ou até mesmo a IBF.
Aquele novo uniforme (e é o que aparece no filme) é de
2000.
(Contribuição
de Thiago Faustino Ney Moreira da Costa - Campo Grande / MS
- Fã de Carteirinha)
11. Logo atrás
da cabeça do juiz na partida, um pouco à esquerda da tela,
dá pra ver outra camiseta da seleção com o número 11, mas
estas camisetas com esse número só começaram a ser vendidas
depois da copa de 94 por causa do Romário. Antes deste ano
só era vendida camisetas do número 10 (Pelé).
(Contribuição de Thiago Faustino Ney Moreira da Costa -
Campo Grande / MS - Fã de Carteirinha)
12. Na
cena em que todos os presos ficam de cueca, suas cuecas
estão brancas e limpas. Muito normal isso no Carandiru, não?
(Contribuição de Bruno Tasca - Salvador / BA - Fã de
Carteirinha)
13. Na
cena em que na cela Deuzete lê uma carta para Zico (carta
que recebeu de sua mãe) são 2 folhas de caderno totalmente
em branco! (Contribuição de Myriam Heringuer dos
Santos - Porto Alegre / RS)
14. Um dos erros
mais grotescos no filme Carandiru, é onde o médico Drauzio
Varella aparece em todas as cenas onde examina ou medica os
presos sem qualquer tipo de proteção, onde em qualquer
hospital, clinica, os profissionais da saúde utilizam luvas
para evitarem contaminação, o que não ocorre no filme.
(Contribuição de Ricado de Magalhães - Fã de Carteirinha)
15. O travesti
Lady Di (Rodrigo Santoro) e seu marido estão assistindo aos
primeiros capítulos da novela Deus Nos Acuda - há uma cena
clássica, em que a Cláudia Raia está nua em um navio e beija
o Edson Celulari. No dia 02 de outubro de 92, dia do
massacre, a novela de fato estava no ar, mas a cena foi
exibida nos primeiros capítulos da trama, que começou no dia
31 de agosto. (Contribuição de Alessandra - São Paulo
/ SP - Fã de Carteirinha)
16. Após
roubarem a joalheria de um shopping e matarem um de seus
comparsas, dois bandidos são presos às portas de um
Cingapura, um dos conjuntos erguidos com o objetivo de
urbanizar as favelas. O filme se passa em 1992, mas o
Cingapura foi construído durante a gestão de Paulo Maluf,
que só tomou posse do cargo no ano seguinte. A prefeita de
São Paulo em 1992 era Luiza Erundina. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)
17. Nesta mesma
cena, os dois são presos por Policiais Militares. Porém, são
colocados no "chiqueirinho" de uma viatura da Polícia Civil. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de
Carteirinha)
18. O fardamento
utilizado pelos PMs não é fidedigno, possivelmente sendo da
PM de outro Estado que não São Paulo. Mesmo em 1992 a PM de
São Paulo não utilizava o fardamento do filme. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos / SP - Fã de
Carteirinha)
19. Muitas das
viaturas utilizadas no filme eram veículos que não existiam
em 1992. (Contribuição de Erick Tamberg - Guarulhos /
SP - Fã de Carteirinha)
20. Na hora da
invasão, é de surpreender o número de PMs armados com
submetralhadoras INA. As INAs da PM de São Paulo foram
desativadas no final dos anos 70, quando foram substituídas
pela Beretta M-12. (Contribuição de Erick Tamberg -
Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)
21. Quando o
ator Caio Blat está se afogando, aparece em algumas vezes
barcos, que se forem olhados com detalhes dá pra ver
cinegrafistas e câmeras. (Contribuição de Rodrigo Guimarães - Espírito Santo - Fã de
Carteirinha)
22. Existe uma
cena também que no fundo dá pra ver um câmera filmando e
ainda fazendo sinal. (Contribuição de Rodrigo
Guimarães - Espírito Santo - Fã de Carteirinha)
23. O filme
relata uma história que aconteceu no ano de 1992, e aparecem
carros com três letras na placa que só vieram aparecer
depois. Naquela época os carros tinham duas letras. (Contribuição
de Lincoln Ferdinand Oliveira Silva, Taiguara Fernandes de
Sousa e Lucas Ferdinand Oliveira Silva - Campina Grande / PB
- Fãs de Carteirinha) e
(Contribuição de Gabriel Otávio - Fã de Carteirinha) -->
São Paulo foi o terceiro estado a adotar placas de veículos
com três letras, sendo que o primeiro foi o Paraná (em fins
de 1990) e o segundo Minas Gerais. O processo de adoção
destas placas em São Paulo teve início em fins de 1991, de
modo que na época do filme já seria perfeitamente possível
existir veículos com placas de três letras, porém não em
grande quantidade, e as existentes nessa época no Estado
deveriam todas ser iniciadas pela letra "B". Alguns estados
da região Norte ainda emitiam placas amarelas até cerca de
1998.
(Contribuição de Erick Tamberg -
Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha) --> Ocorre que em
1992, o filho de Majestade e Dalva que aparece no presídio
com a mãe durante uma visita, já tem uns 10 anos. Ou seja,
Majestade conhece Dalva por volta de 1982 e nessa época tais
placas ainda não existiam. (Contribuição de Julio Gouveia
- Fã de Carteirinha)
24. Numa cena no
começo do filme, é mostrada a cela do personagem Peixeira, e
na parte de cima do beliche tem um preso dormindo com uma
touca branca com uma faixa vermelha e preta na parte de
baixo, essa touca é na verdade da torcida Independente do
São Paulo, porém esse tipo de touca não existia em 1992.
(Contribuição de Luis Eduardo Menoita Alves - Fã de
Carteirinha)
NOVO ERRO 25.
Quando Majestade saca a arma e o ex-noivo de sua mulher
corre, ele leva um tempo enorme para percorrer uma distância
muito curta. Um tempo muito grande para alguém que está
fugindo de levar um tiro, não acham? (Contribuição de
Uilei Coutinho - Macaé / RJ - Fã de Carteirinha)
26. A cena em
que aparece a tropa de Choque no lado externo da cadeia,
mostra os soldados apenas com cassetetes e escudos. Já
quando a tropa invade a cadeia, os soldados estão com
metralhadoras. (Contribuição de Marcio Adriano Bizzo
- São Paulo / SP - Fã de Carteirinha) --> Em formações
de tropas de choque, o comum é que os soldados com escudos e
cassetetes fiquem à frente, enquanto fica um elemento à
retaguarda armado com submetralhadora ou espingarda calibre
12, efetuando a segurança do grupo, enquanto outro fica
armado com uma espingarda lançadora de gás lacrimogêneo,
portanto, sendo natural que tais elementos não fossem
vistos. Porém, uma das maiores críticas ao comando da
operação no Carandiru (o que resultou na condenação do Cel
PM Ubiratan) é que não foi empregado armamento próprio para
contenção de tumulto (cassetetes e gás lacrimogêneo, por
exemplo) naquela operação. (Contribuição de Erick Tamberg
- Guarulhos / SP - Fã de Carteirinha)
27. Na última
cena do filme, em que mostra o preso lendo o Salmo 91, a
câmera vai abrindo a imagem mostrando os presos mortos, e
nota-se claramente os movimentos de respiração dos atores.
Ora... morto não respira não é? (Contribuição de Marcio
Adriano Bizzo - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)
28. No filme um
presidiário veste uma camisa do Corinthians com a estrela
sobre o escudo, que representa o título de Campeão do Mundo.
O ano que ocorreu o massacre do Carandiru foi em 1992 e o
Corinthians conquistou este título 08 anos depois. (Contribuição de Orlando Dias Sales - Fã de Carteirinha)
29. Quando a
ex-chacrete Rita Cadilaque se apresenta no pátio do
presídio, ela dança sua música e desce na boquinha da
garrafa, essa música só foi lançada anos depois da época em
que se passa o filme.
(Contribuição de
Grazielle Sousa
-
Fã de
Carteirinha) --> Ela somente usou a garrafa num modo de
mostrar como usar a camisinha, e dançou na garrafa.
(Contribuição de Erica Santtos - Fã de Carteirinha)
30. Em uma cena,
logo no início do filme, o Dr. Varella conversa com o
Diretor do Presídio em uma sala, na cena pode-se ver o
personagem Deuzete que aparece entrando no presídio, só que
ele aparece quase dois dias depois procurando uma vaga para
dormir.
(Contribuição de José
Silva do Amaral - Recife / PE - Fã de Carteirinha)
31. Ainda sobre Deuzete, na história que é contada sobre sua
prisão, ele pegou a arma com Zico para se defender, só que
pelo cronograma do tempo Zico já deveria estar preso, pois
assim que ele mata os bandidos ele espera ser preso.
(Contribuição de José Silva
do Amaral - Recife / PE - Fã de Carteirinha)
32. O cartaz do
filme , bem como os outdoors, onde os presos estão sentados
de cueca no chão, tem vários presos repetidos. É só prestar
atenção, por exemplo, no gordão que aparece. Ele está em uns
4 ou 5 lugares ao mesmo tempo! (Contribuição de
Cleber Zarate - Fã de Carteirinha)
33. Um pouco
antes dos soldados invadirem o presídio, o diretor disse que
os presos estavam sem água e sem luz. Apesar de todo aquele
tiroteio lá dentro, os personagens de Lady Dy e seu marido
foram encontrados assistindo calmamente à tv. Será que eles
eram surdos, e não haviam percebido o que ocorria? E a TV
ligada, então? Como seria isso possível, já que o presídio
encontrava-se às escuras? (Contribuição de Rosana Hernades Caldi - Fã de Carteirinha)
34. Em uma cena
aparece um detento com a camisa do Grêmio/RS que é fabricada
pela KAPPA (fornecedora atual de material esportivo do
clube), mas na época em 1992 quem fornecia era a PENALTY.
(Contribuição de Marcelo Clezar - Porto Alegre / RS - Fã
de Carteirinha) e (Contribuição de
Márcio Ferreira Maciel -
Curitiba / PR - Fã
de Carteirinha) e (Contribuição de
Rodrigo Freitas - Porto Alegre / RS - Fã de Carteirinha)
35. Na cena em
que o personagem de Caio Blat mata o segundo rapaz, ele
chega num bar esperando ser preso! No momento a câmera filma
ele de perfil e dá pra notar ao fundo uma máquina do tipo
"caça níquel" no qual se aposta com moedas de 25 centavos, o
que na época ainda não existia essas máquinas, e muito menos
as moedas de 25 centavos.(Contribuição de Rangel Paiva
- Fortaleza / CE - Fã de Carteirinha)
36. Outro erro
também, pode ser detectado a respeito das garrafas de
refrigerante de 2 litros, as embalagens são diferentes das
embalagens da época, no qual havia um suporte preto no fundo
da garrafa, e não essas embalagens que aparece no filme,
principalmente na hora da visita. (Contribuição de
Rangel Paiva - Fortaleza / CE - Fã de Carteirinha)
37. Tá certo que
no Carandiru tinha muitos travestis que matavam as
necessidades dos prisioneiros, inclusive no filme vimos isto
no papel de Rodrigo Santoro, mas olhe a foto abaixo e diga
se as pessoas marcadas eram travestis ou MULHERES? Parecem
mais mulheres. Mas mulheres no Carandiru? Bom, fica a seu
critério, mas não esqueça de olhar bem a posição das pernas
(juntinhas), dos cabelos, dos quadris e coxas (mais largos)
e até dos "seios". Esta imagem está no cartaz do filme do
lado direito na parte inferior. (Contribuição também
de Daniel Mazzei Sydow - Fã de Carteirinha)

38. Quando o personagem Deuzete,
executa a sua segunda vítima, duas pessoas estão no bar em
frente sentados numa mesa com duas garrafas de cerveja, ao
ouvir os disparos, eles saem correndo e derrubam as duas
garrafas, quando Deuzete chega no bar, as duas garrafas
estão em pé. (Contribuição de Luiz
Eduardo Menoita Alves - Fã de Carteirinha)
39. No início do
jogo de futebol, os detentos cantam o Hino Nacional e em
certo momento os policiais da muralha prestam continência.
Pelo Regulamento de Continências, Honras e Sinais de
Respeito das Forças Armadas, aplicável às PMs, só se faz
continência quando da execução do hino se a Bandeira
Nacional estiver sendo hasteada. (Contribuição de
André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha)
40. Quando o Diretor da prisão está negociando, há um
policial ao seu lado que ele chama de Coronel, mas dá pra
ver que as estrelas em seus ombros são de Tenente.
(Contribuição de André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha)
NOVO ERRO 41. Na hora da execução, tem um preso que
leva vários tiros de metralhadora e mesmo assim ele pula nas
grades da cela, e lá leva mais tiros e mesmo assim ele não
cai nem solta das grades. (Contribuição de Marcos
Click - Fã de Carteirinha)
42. A quantidade de armas automáticas nas mãos da tropa de
choque é absurda. Na realidade, metralhadoras e fuzis são
usadas apenas por Oficiais e Sargentos, os soldados usam
apenas revólveres. (Contribuição de André Luiz
Ferreira - Fã de Carteirinha)
43. Na cenas do
dia da visita aparece por 3 vezes um preso que veste uma
camisa de treino do Palmeiras. A primeira vez é quando
Peixera atravessa o pátio durante a visita, logo que ele
passa um tanque ("acho") a camisa faz sua primeira aparição.
A segunda vez é quando o preso que tem duas mulheres está
discutindo com elas na frente da barbearia, o preso está
sentado à mesa atrás da discussão. A última vez que ela
aparece é no fim da visita quando o (preso cozinheiro de
bigode) está acompanhando sua esposa até a saída e atrás
dele vem o preso com a camisa do verdão e sua familia. A
camisa de treino azul foi implantada entre 98 e 99. Na
camisa há 4 estrelas sobre o escudo, referentes aos títulos
nacionais de 72/73 e 93/94, o filme se passa no início da
década de 90, com se pode utilizar uma camisa que seria
criada 6 anos depois, com homenagens à titulos que ainda nem
haviam sido ganhos. (Contribuição de Silvio Filho - Fã
de Carteirinha )
44. Na cena em
que Majestade (Aílton Graça) conhece Dalva (Maria Luiza
Mendonça), ela está prestando atenção no jogo e comendo uma
lingüiça que está inteira e na metade do palito, quando ela
se vira para ver Magestade, a lingüiça está na ponta e já
mordida. (Contribuição de Maurício Antonio Zonta -
Chapecó / SC - Fã de Carteirinha)
45. Outra cena
da história do Magestade (Aílton Graça)... Quando Dalva
(Maria Luiza Mendonça), descobre que Majestade está lhe
traindo, esta vai até o quarto de Rosirene (Aida Leiner)
para colocar fogo... Só que Dalva joga álcool sobre a cama e
depois joga o frasco no chão... A cama pega fogo e o frasco
de álcool não. (Contribuição de Maurício Antonio Zonta
- Chapecó / SC - Fã de Carteirinha)
46.
Na cena em que mostra pela TV carros dos bombeiros chegando
ao presídio. podemos ver carros da Mercedes que não existiam
naquela época. (Contribuição
de Uilei Coutinho - Macaé / RJ - Fã de Carteirinha)
47. Quando
Deuzete vai pedir a Zico uma arma para acertar as contas com
os estupradores de sua irmã, Zico e seus camaradas estavam
escutando uma música de rap que falava "...enquanto Marcelo
d2 fica só tirando onda, eu continuo fumando até a ultima
ponta....", detalhe: em 1992 Marcelo d2 nem pensava em fazer
carreira solo e lançar o disco "eu tiro é onda" ou até mesmo
a música "eu queimo tudo até a ultima ponta".
(Contribuição de Alexandre Ribeiro - Curitiba / PR - Fã de
Carteirinha)
NOVO ERRO 48.
Na cena em que o policial interpretado por Oscar Magrini
leva um tiro na cabeça dentro do banco, ele segura a parede
com as mãos, mas quem leva um tiro na cabeça não tem mais
este reflexo. (Contribuição de Urbano Aparecido
Gonçalves - São Bernardo do Campo / SP - Fã de Carteirinha)
49. Após o
assalto da joalheria, os ladrões chegam na favela de táxi,
até aí tudo bem, o problema é que o táxi era um Omega, que
teve seu lancamento após o roubo que supostamente foi antes
de 91. (Contribuição de Luciano Salviatto - Apucarana
/ PR - Fã de Carteirinha)
50. Quando já
está acontecendo o massacre, um policial entra na cela do
Peixeira e ele está segurando uma imagem de Cristo! Mas ele
virou evangélico, e evangélicos não usam imagens. Para que
ele é idolatraria? (Contribuição de Fabiane Borges -
Fã de Carteirinha)
51. Tem uma cena
em que Magestade vai atá uma avenida onde uma de suas
esposas está se prostituindo (aquela cena onde ele corre
atrás dela com uma tocha de fogo), logo no início da cena dá
para perceber claramente que ela foi dublada, até aí sem
problemas, o problema é que a voz da mulher não foi dublada
pela própia atriz! É super esquisito, prestem atenção!
(Contribuição de Diego do Valle - Rio de Janeiro / RJ -
Fã de Carteirinha)
52. Quando o
Chico espera para ver seu filho, repare que tem um
refrigerante que não existia na época do filme. (Contribuição
de Thiago Sbon)
53. Existe um
erro com relação a aparição do ator Caio Blat. Tudo faz crer
que a entrada do ator no filme se dá no momento em que ele
entra no pavilhão e procura um lugar para ficar, onde então
ele encontra o irmão de criação, Wagner Moura. Porém, logo
nas cenas iniciais em que o médico caminha ao lado do
diretor, um pouco antes da primeira entrada de Milton
Gonçalves em cena, é possivel ver o ator Caio passar atrás
dos dois atores em um corredor. (Contribuição de
Flavio)
54. No início
do filme, o Dr. está conversando com detentos, ou com o
Diretor. Em certas tomadas aparecem pessoas atrás, mas em
outras não. (Contribuição de Carlos Vieira -
Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)
55. Na sala
destinada ao Doutor, quando ele está conversando com os
detentos, em cima da mesa há um pote com canetas, e em
outras tomadas, nesse mesmo pote há uma lupa. (Contribuição
de Carlos Vieira - Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)
56. Ainda
nessa sala, é possível perceber que durante a conversa do
Doutor com um dos detentos, a lupa aparece e desaparece
entre os cortes. (Contribuição de Carlos Vieira -
Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)
57. Quando o
casal está conversando, e a mulher leva um bolo para cantar
parabéns para um dos detentos, o filho aparece localizado
atrás. Nessa parte de trás, em um momento da cena há fois
carrinhos colocados na parede, mas em outro momento os
mesmos carrinhos não estão mais naquele local. Observe que a
crinaça não está com eles e nem os tirou do lugar. (Contribuição
de Carlos Vieira - Florianópolis / SC - Fã de Carteirinha)

OBSERVAÇÕES
A)
Quando eu vi
o filme, tive a curiosidade de também ver em DVD e também
com o áudio do diretor Hector Babenco. Para tirar a duvida,
quanto ao uniforme e carros da policia militar de São Paulo,
o figurino teve de ser este, uma vez que as autoridades
governamentais não autorizaram. (Contribuição de Kassius
Diego São Paulo - SP - Fã de Carteirinha)
ANTIGO
ERRO 25 RETIRADO, IGUAL AO ERRO 13 -
25. A cena em
que Deusdete (Caio Blat) lê uma carta para outro preso,
nota-se claramente pelo reflexo da luz que o papel está em
branco, ou seja, eles poderiam escrever algo no papel para
não ficar tão feio. (Contribuição de Marcio Adriano Bizzo - São Paulo / SP - Fã de Carteirinha)

ERROS
RETIRADOS
ANTIGO ERRO 48. O detento
Sem Chance diz, no começo do filme, ao aplicar uma injeção,
que com aquele material descartável ficava muito fácil
colher sangue, pois ele já teria injetado cocaína no escuro
com uma seringa com uma agulha sem ponta, mais tarde, quando
resolve se "casar" com o travesti Lady Di, ele aparece no
ambulatório, e o travesti diz que ele (o Sem Chance) está
com medo de tirar sangue para fazer o exame de HIV. Ele
ficou com medo de injeção depois de virar detento?
(Contribuição de Wagner Camargo Pedroni - Fã de Carteirinha)
-->
O medo que
ele se refere não é de agulha ou de injeção como foi
sugerido, e sim do resultado desse exame. (Contribuição
de Erica Santtos - Fã de Carteirinha)
ANTIGO ERRO
41. Durante essa mesma negociação, um preso da janela joga
um vaso sanitário perto da tropa. Mas na prisão, as celas
não tem apenas latrinas? Aonde ele arrumou aquele vaso?
(Contribuição de André Luiz Ferreira - Fã de Carteirinha)
--> No livro "Estação Carandiru" o autor disse que em
algumas celas haviam latrinas, o que dá a entender que
algumas celas tinham vaso sanitário. (Contribuição de
Patricia Cibele Lourenço - Sete Lagoas / MG - Fã de Carteirinha)
--> No livro há uma foto de uma cela que tem um vaso
sanitário, o que pode ter sido atirado nos policiais que
invadiram o presidio. Esse detalhe pode ser conferido nas
fotos do livro, de onde foi inspirado o filme. (Contribuição
de Bruno Wenson - Fã de Carteirinha)

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IMAGENS E CURIOSIDADES




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